N o m b r e   c i e n t  f i c o :   P s y c h r o t e u t h i s   p e l a g i i 
 
 P e s o :   m  s   d e   2 7 . 0 0 0   k g 
 
 D i e t a :   p e c e s   y   c r u s t  c e o s   d e l   f o n d o   d e l   m a r   
 
 
 
 E l   k r a k e n   e r a   u n a   c r i a t u r a   m a r i n a   i n m e n s a   d e   l a   m i t o l o g  a   n  r d i c a   a   l a   q u e   s e   c o n f u n d  a   c o n   f r e c u e n c i a   c o n   u n a   c a d e n a   d e   i s l a s   c u a n d o   e m e r g  a   a   l a   s u p e r f i c i e .   L o s   m a r i n o s   a   m e n u d o   d e s a p a r e c  a n   a l   a c a m p a r   e n   l o   q u e   e l l o s   c r e  a n   u n a   i s l a ,   y a   q u e   m o r  a n   a h o g a d o s   c u a n d o   l a   c r i a t u r a   s e   v o l v  a   a   s u m e r g i r   e n   e l   f o n d o   d e l   m a r .   T e n  a   g r a n d e s   t e n t  c u l o s   y   v e n t o s a s   c o n   l o s   q u e   a t r a p a b a   b a r c o s   d e   g r a n   t a m a  o ,   q u e   a r r a s t r a b a   h a s t a   e l   f o n d o .   L o s   n  r d i c o s   c r e  a n   q u e   e l   k r a k e n   e m e r g e r  a   e l   d  a   d e l   f i n   d e l   m u n d o . 
 
 